Audiodescrição, Cozinhar o Futuro e UMAD: 100% Financiados

Estes projetos sociais foram financiados a 100% por investidores sociais da BVS. Ao adquirem ações correspondentes às iniciativas cotadas, particulares e empresas tornaram possível a concretização de ideias inovadoras, que estão atualmente a ser dinamizadas pelas respetivas Organizações Sociais.

A BVS agradece o voto de confiança e o investimento social depositado nestas iniciativas. Acompanhe o progresso destes projetos que estão a dar lucro social e perceba a razão pela qual, na Bolsa de Valores Sociais, as boas ações estão sempre em alta.

Valor do Projeto:

165.000,00€ em ações

Cotação na BVS:

Setembro de 2010/fevereiro de 2011

Investidores:

- Particulares:1.430,00€
- Corporativos: 20.120,00€
- Fundações: 110.000,00€
- Outras fontes de financiamento: 33.450,00€

Com os 165.000 euros em ações sociais negociadas na Bolsa de Valores Sociais, a Casa de Amparo e Proteção de Santo António (CPSA) tem hoje uma cozinha totalmente equipada que permite desenvolver um negócio através da prestação de serviços de catering com qualidade. O projeto “Cozinhar o Futuro” é uma “receita” criada por todos os investidores sociais que garante uma solução profissional e pessoal para as mães adolescentes da CPASA.

Conheça a proposta do projeto "Cozinhar o Futuro" clique aqui

A todos os investidores sociais da BVS, o nosso muito obrigado por ter contribuído para o financiamento deste projeto social.

Depoimento

"Com os 165.000€ que a Casa de Proteção e Amparo de Santo António conseguiu reunir, foi já possível reedificar o espaço correspondente à “Casa dos Sabores”. Com muito orgulho, vimos serem erguidas as paredes de uma loja, cozinha e pastelaria industriais, com todos os requisitos e competências adaptadas às leis em vigor. Formámos e alargámos o quadro de pessoal com vista a uma profissionalização concorrencial.

Atualmente, é com muita esperança que trabalhamos nos próximos passos deste projeto. Queremos contribuir para a realização de obras na “Casa das Crianças” (valência de creche), criar um apartamento de autonomia como resposta social de consolidação das competências pessoais de cada mãe e ainda promover sessões de aprendizagem in loco na área dos serviços pessoais e hotelaria como resposta social para a inserção profissional de cada mãe.

Deixamos o nosso agradecimento a todos os que contribuíram para o nosso projeto cujo fim é tornar sustentável a nossa obra social, investindo na edução e formação das nossas mães adolescentes. Pretendemos formar cidadãos capazes de contribuir ativamente para uma melhor sociedade, que possam ser um exemplo para o futuro do nosso país."

Maria Nesbitt Gonçalves Furtado,
Coordenadora Operacional e Gestão de Mecenato da CPASA


Valor do Projeto:

50.000,00€ em ações

Cotação na BVS:

Abril de 2010/fevereiro de 2011

Investidores:

- Particulares: 1.600,00€
- Fundações: 48.400,00€

Com os 50.000 euros em ações sociais negociadas na Bolsa de Valores Sociais, a Fundação do Gil pode dar início ao alargamento do projeto “Unidade Móvel de Apoio ao Domicílio” ao centro do país. Graças ao investimento social nesta iniciativa, a Fundação vai poder ter a circular uma terceira carrinha equipada com um consultório de especialidade que transporta pessoal médico, de enfermagem ou de apoio social. Esta unidade tem como objetivo proporcionar tratamentos a crianças nas respetivas casas em parceria com o Hospital Pediátrico de Coimbra.

Conheça a proposta do projeto "UMAD" clique aqui

A todos os investidores sociais da BVS, o nosso muito obrigado por ter contribuído para o financiamento deste projeto social.

Depoimento

"O projeto UMAD (Unidades Móveis de Apoio ao Domicilio) apoia, com carrinhas transformadas e equipadas com material hospitalar, e com visitação social, a reinserção de crianças com doenças crónicas anteriormente internadas: libertamos camas dos hospitais, formamos famílias e escolas, e fomentamos o bem estar e a qualidade de vida em meninos anteriormente 'reféns' das pediatrias.

Recorremos à BVS, para expandir ao centro do país, onde o Hospital Pediátrico de Coimbra aguarda já a nossa chegada. A carrinha já está pronta e transformada.

Com o apoio da Fundação EDP maioritariamente e com o contributo dos investidores sociais individuais, estamos agora aptos a seguir com o alargamento da UMAD prevenindo a sustentabilidade de apoio a todas estas crianças que devolvemos às suas casas.

A todos agradecemos profundamente em nome destas crianças, que retomaram as suas vidas junto das famílias e escolas a que pertencem."

Margarida Pinto Correia,
Administradora Executiva da Fundação do Gil


Valor do Projeto:

20.000,00 € em ações

Cotação na BVS:

Março de 2010/julho de 2011

Investidores:

- Particulares: 759,00€
- Corporativos: 1041,00€
- Fundações: 15.000,00€
- Outras Fontes de Financiamento: 3.200,00€

O projeto AUDIODESCRIÇÃO.PT - OUÇO, LOGO VEJO tem como objetivo a implementação da audiodescrição em todas as manifestações artísticas e culturais do país.

Este recurso tecnológico possibilita conhecer cenários e ambientes, figurinos, expressões faciais, linguagem corporal, entrada e saída de personagens de cena, bem como outros tipos de ação, utilizados em televisão, cinema, teatro, museus, exposições e outras formas artísticas, de forma a complementar o sentido da manifestação artístico-cultural, para o invisual.

Conheça a proposta do projeto "AUDIODESCRIÇÃO.PT" clique aqui

Através da audiodescrição o deficiente visual poderá frequentar sessões de cinema, teatro e demais espetáculos, visitar museus, exposições e mostras da forma mais plena possivel (sem que o restante público seja importunado, pois a audiodescrição é rececionada através de phones). Estas são atividades que, geralmente, não fazem parte do quotidiano destas pessoas; em primeiro lugar porque são artes que exploram os recursos visuais através da cenografia, caracterização dos personagens e da época, entre outros; em segundo, porque a sociedade, em geral, não facilita o acesso das pessoas com deficiência a determinados espaços, limitando, muitas vezes, o seu convívio aos seus pares, em espaços especialmente destinados a elas, como as escolas especiais.

A audiodescrição é, assim, a arte de transformar aquilo que é visto no que é ouvido e permite inserir uma parcela da sociedade até então excluída deste tipo de ações diárias e importantes para o desenvolvimento cultural de qualquer cidadão.

Depoimento

"Ouço, logo vejo é hoje um dos projetos cotados na BVS que atingiu os 100% de financiamento. A palavra impõe-se, OBRIGADA! Obrigada a todos que acreditaram e acreditam no nosso trabalho, que investiram, que sentem otimismo quando imaginam uma sociedade de inclusão plena, na qual a cultura tem um papel fundamental.

O momento desafia. Depois das duas primeiras fases que levaram à formação de um grupo profissional de técnicos audiodescritores, único em Portugal, seguimos agora em direção à concretização do principal objetivo – a implementação da audiodescrição em todas as manifestações artístico-culturais.

Nesta caminhada foi imprescindível a aposta da sociedade civil no projeto, nomeadamente através da Bolsa de Valores Sociais, que se traduziu em motivação e investimento financeiro. E é esse apoio que nos permite agora a aquisição de material técnico essencial à difusão do recurso a nível nacional. A maioria dos teatros, galerias, cinemas, videotecas, museus, centros culturais, assim como outras infraestruturas mais simples como associações, casas do povo, entre outras, não foram pensadas para o efeito não tendo, por isso, o equipamento para disponibilizar. Com o material adequado, poderemos chegar a mais pessoas e mais longe, levando de forma plena a cultura e a arte aos invisuais que vivem mais, ou menos, sem esta opção.

O nosso especial agradecimento à Fundação Calouste Gulbenkian, ao seu presidente Dr Rui Villar, à Companhia de Atores e equipa BVS."

Andreia Madeira e Anaísa Raquel,
Direção do Projeto


Valor do Projeto:

5.000,00€ em ações

Cotação na BVS:

Outubro de 2011/Dezembro 2011

Investidores:

- Particulares: 5,00€
- Corporativos: 5.000,00€
- Fundações: 15.000,00€
- Outras Fontes de Financiamento: 3.200,00€

Com os 5.000 euros em ações sociais negociadas na Bolsa de Valores Sociais, a ADENORMA pode criar um negócio social, nomeadamente adquirir material de trabalho, como máquinas de costura e ferros de engomar, e ter fundos que comparticipem o investimento da associação em formação para a concretização do projeto "Retalhos de Esperança".

Assim, 12 mulheres desempregadas poderão ter formação e trabalhar nas instalações da ADENORMA, tendo finalmente uma oportunidade de exercer uma atividade especializada e remunerada – a transformação de peças de roupa doadas em novas peças de acessórios para o lar, como edredões, cortinados a tapetes, etc. Prevê-se que a venda destas peças recicladas em feiras e mercados (havendo já contactos e interesse confirmado) gerará a sustentabilidade do negócio. A divisão de receitas está estipulada da seguinte forma: 90% para as mulheres e 10% para a associação (apenas para cobrir os custos de energia e do material de desgaste).

Conheça a proposta do projeto "Retalhos de Esperança" clique aqui

A todos os investidores sociais da BVS, o nosso muito obrigado por ter contribuído para o financiamento deste projeto social.

Depoimento

"Com os 5.000 € a ADENORMA – Associação Desenvolvimento da Costa Norte da Madeira, pode implementar este Projeto de Economia Social. Desta forma será possível dotar 12 mulheres, domésticas, de competências técnicas para o fabrico de peças decorativas, de cariz moderno, a partir de roupas usadas.

Utilizando várias técnicas de reciclagem, o produto final será comercializado em feiras e mercados regionais, gerando desta forma receitas individuais, que são bem necessárias, neste tempo de dificuldades financeiras.

Deixamos o nosso agradecimento a todos os que contribuíram para este projeto, cuja finalidade é tornar rentável, aquilo que aparentemente deixou de ser viável.

É nosso objetivo promover e fomentar um processo de inclusão social para dar um novo sentido à vida, juntado aos 'retalhos', um sentimento de 'Esperança'.

A todos, o nosso Obrigado."

Alfredo Manuel Brandão Medeiros,
Coordenador Técnico da ADENORMA