Organizações Não Governamentais cuja constituição jurídica se traduz na forma de Associações sem Fins Lucrativos ou em que tendo fins lucrativos, esse lucro é integralmente revertido para o objetivo social da Organização e em benefício dos associados e da comunidade onde atua. São diversas as formas jurídicas, nomeadamente: Organizações Não Governamentais, Organizações Não Governamentais Ambientais, Instituições Particulares de Solidariedade Social, Agências de Desenvolvimento Local e Cooperativas.
Unidade de doação estabelecida pela Bolsa de Valores Sociais, na mesma lógica do mercado de capitais cujas empresas cotadas emitem ações para serem adquiridas por investidores. Na BVS cada ação social tem o valor de 1 euro e a aquisição mínima é de 5 euros = 5 ações.
Doador. No conceito e na proposta da BVS, ele é um investidor social.
Dinheiro doado pelo investidor social aos projetos cotados.
Os resultados positivos para a comunidade beneficiada gerados pelo projeto apoiado via BVS.
Demonstração, através de dados comprovados, da transformação que o projeto proporcionou na comunidade a que se destina.
A forma como uma empresa atua em sociedade. Isto significa, não apenas apoiar Organizações da Sociedade Civil e Causas através de doações, mas principalmente zelar para que a atuação da empresa não cause danos ao Meio Ambiente, aos seus empregados ou à sociedade em geral.
As pessoas que vivem em situações de extrema pobreza são reféns de ciclos perversos que se repetem infinitamente: não têm formação, portanto não conseguem trabalho. Não conseguem trabalho, portanto vivem com grandes dificuldades. Interromper um ciclo de pobreza não é possível se atuarmos nos efeitos - fome, desemprego, necessidade. É fundamental atuar na causa.
Significa a empresa que assume compromissos de governança e transparência e passa a negociar as suas ações na Bolsa de Valores. Na Bolsa de Valores Sociais, as Organizações cotadas também assumem compromissos de governança e transparência.